O desafio
Ampliar o uso da IA exige clareza sobre quem pode fazer o quê. Quando diferentes áreas passam a criar agentes, conectar ferramentas e utilizar conhecimento corporativo, as responsabilidades precisam acompanhar essa expansão.
Na AUMO, cada pessoa e cada integração operam de acordo com as permissões aplicáveis ao seu contexto, na organização e em cada Workspace.
Dois níveis de controle
Administre a organização e organize o trabalho em Workspaces. A AUMO estrutura o acesso em dois níveis, cada um com seus próprios papéis e permissões.
Membros · provedores de modelos habilitados · credenciais · configurações gerais
Uma equipe
Um produto
Um caso de uso
Recursos reunidos em cada Workspace
Na organização, são administrados os membros, os provedores de modelos habilitados, as credenciais e as configurações gerais da plataforma.
Os Workspaces reúnem os recursos utilizados em um trabalho, como agentes, fluxos de trabalho, coleções de conhecimento e conexões com ferramentas. Podem ser organizados em torno de uma equipe, um produto ou um caso de uso.
O acesso considera a organização e o Workspace aos quais o recurso pertence, conforme as permissões aplicáveis à pessoa. Essa verificação faz parte do funcionamento da plataforma, além do que é exibido na interface.
Assim, a organização pode estruturar o trabalho entre áreas e controlar o acesso aos recursos de cada contexto.
Papéis e responsabilidades
Os papéis definem quais ações cada pessoa pode realizar na organização e nos Workspaces. Antes de executar uma alteração, como criar um agente, modificar suas instruções ou conectar uma ferramenta, a AUMO verifica a permissão correspondente.
A permissão de editar é separada da permissão de publicar. Dessa forma, quem prepara uma alteração não precisa ser quem a coloca em uso.
Essa divisão permite distribuir o trabalho de criação e manutenção, preservando o controle sobre o que é disponibilizado para utilização.
Permissão de editar
Permissão de publicar

Auditoria
O papel de Auditor permite consultar configurações, informações de uso e trilhas de auditoria, dentro do alcance de acesso atribuído na organização ou no Workspace.
Esse papel não concede permissão de alteração. Assim, as áreas de segurança, compliance e controles internos podem verificar a operação sem receber poderes para modificar suas configurações.
A separação entre operar e auditar fica incorporada ao modelo de acesso da plataforma.
Acesso de sistemas
Defina o que cada integração pode fazer na plataforma. Sistemas externos acessam a AUMO por chaves de API, credenciais que autorizam determinadas operações. A plataforma oferece dois tipos de chave, conforme o vínculo necessário para a integração.
Na criação de uma chave de Workspace, a pessoa só pode conceder permissões que já possui naquele Workspace. As chaves não recebem permissão para gerenciar outras chaves.
A organização pode escolher o vínculo adequado para cada integração e delimitar as operações autorizadas. No caso das chaves de Workspace, a continuidade após a saída do criador exige que sua gestão de acesso continue sendo acompanhada pela equipe responsável.
Como saber quais ações cada papel permite?
Uma pessoa pode acessar todos os Workspaces da organização?
O Auditor pode alterar configurações ou registros?
Quem edita um agente também pode publicá-lo?
Como o login corporativo se relaciona com as permissões?
Uma integração pode funcionar sem ficar vinculada a uma pessoa?
O que acontece quando a pessoa que criou a chave deixa o time?
Existem limites de Workspaces e participantes?

Defina quem pode acessar, criar e publicar na sua organização.
Converse com a AUMO sobre as equipes que utilizarão a plataforma, os Workspaces que precisam organizar e as responsabilidades de quem cria, publica, utiliza e audita. A partir desse cenário, avalie os acessos necessários para pessoas e integrações.











